Cachorro feliz

Não passeia, dá rolé

Cachorro feliz

Não passeia, dá rolé

Falar de mim sem falar de Zuko se tornou impossível desde maio de 2022. Recém-graduada, com 26 anos e experimentando a vida adulta pela primeira vez, eu sabia de uma coisa: na minha casa haveria um cachorro.

Eu carregava comigo uma sensação antiga, era um sonho simples: assistir TV na sala do apartamento que eu bancava, no sofá que eu escolhi e comprei, ao lado do cachorro que eu adotei.

Provavelmente comendo comida japonesa de delivery.

Não sei quantas vezes realizei esse sonho desde então, mas a verdade é que ele nunca perde a graça.

Naquela época eu sentia que tinha muito amor dentro de mim virando energia acumulada, desperdiçada. E o Zuko foi o melhor dos destinatários, mirabolei planos para que ele pudesse participar dos meus roles preferidos: ir a praia, no bar, na casa dos amigos e viajar.

Os passeios viraram rolezinhos, e as viagens, um passeio sem fim.

Viajar com pet pode não ser sempre simples, mas é possível. E aqui compartilho o que acredito: que meu pretinho merece conhecer o mundo tanto quanto eu. Que sinta cheiros diferentes, corra sobre grama, floresta, areia e pedra. Descubra novas sensações e, quem sabe, chegue à conclusão dos melhores cantos do mundo para marcar seu território.

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